Militares acompanham o julgamento que decidiu pela cisão do processo: parte dos crimes fica com a Justiça Militar, enquanto o feminicídio e a destruição de cadáver serão submetidos ao júri popular.
Posts recentes
- STJ e Interpol iniciam curso internacional inédito em Lyon
- AASP reforça sua representatividade durante ENJA 2026
- Aplicação da IA na Advocacia encerra a programação do 25º Simpósio Regional
- STJ e Instituto Alana promovem evento no dia 26 para debater proteção das meninas da infância à adolescência
- AASP recebe Presidentes da OAB-MS e OAB-RN em reunião institucional